| Literature DB >> 35830118 |
Rhanderson Cardoso1, Gustavo B Justino2, Fabrissio P Graffunder2, Leticia Benevides3, Leonardo Knijnik4, Luana M F Sanchez5, Andre d'Avila6,7.
Abstract
BACKGROUND: Catheter ablation is a well-established therapy for rhythm control in patients who are refractory or intolerant to anti-arrhythmic drugs (AAD). Less is known about the efficacy of catheter ablation compared with AAD as a first-line strategy for rhythm control in atrial fibrillation (AF).Entities:
Mesh:
Substances:
Year: 2022 PMID: 35830118 PMCID: PMC9352118 DOI: 10.36660/abc.20210477
Source DB: PubMed Journal: Arq Bras Cardiol ISSN: 0066-782X Impact factor: 2.667
Figura 1– Fluxograma PRISMA da triagem e seleção dos estudos
– Características basais dos estudos incluídos
| Número de pacientes | Homens, n (%) | Idade média (anos) | Técnica de ablação por cateter | Terapia com DAA | Monitoramento da TA | FA paroxística, n (%) | Tempo médio do diagnóstico da FA (meses) | FEVE médio (%) | Seguimento (anos) | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| RAAFT-1 2005 | 67 | NA | CA: 53 AAD: 54 | RF | Flecainida, 77% Sotalol, 23% Nenhuma droga antiarrítmica relatada no grupo da ablação | Holter 24 horas antes da alta, e em 3, 6 e 12 meses após | AC: 32 (97) DAA: 35 (95) | 5 | AC: 53 DAA: 54 | 1 |
| MANTRA-PAF 2012 | 294 | CA: 100 (68) AAD: 106 (72) | CA: 56 AAD: 54 | RF | Drogas classe IC de preferência; segunda linha classe III; DAA permitidas durante período de estabilização nos pacientes submetidos à ablação | Holter 7 dias em 3, 6, 12, 18 e 24 meses | AC: 146 (100) DAA: 148 (100) | NA | FEVE >60%: 237 (80%) | 5* |
| RAAFT-2 2014 | 127 | CA: 51 (77.3) AAD: 45 (73.8) | CA: 56 AAD: 54 | RF | Durante período de estabilização (90 dias): Flecainida, 69%; propafenona 25%; dronedarona 3%. DAA permitidas no grupo da ablação | ECG, Holter, Monitor transtelefônico, ou traçado do ritmo cardíaco | AC: 65 (98) DAA: 59 (97) | NA | A:C 61 DAA: 61 | 2 |
| STOP-AF 2020 | 203 | CA: 63 (61) AAD: 57 (58) | CA: 60 AAD: 62 | Crioablação | No grupo DAA: flecainida 60%; propafenoa 7%; dronedarona 12%; sotalol 7%; amiodarona 2%. No grupo ablação, DAA durante período de estabilização (80 dias) | ECG conduzido no basal, em 1, 3, 6, e 12 meses; monitoramento por telefone ativado pelo paciente semanalmente e na presença de sintomas em 3-12 meses; monitoramento ambulatorial 24h em 6 e 12 meses | AC: 104 (100) DAA: 99 (100) | 15.6 | AC: 61 DAA: 61 | 1 |
| EARLY-AF 2020 | 303 | AC: 112 (72,7) DAA: 102 (68,5) | AC: 58 DAA: 59 | Crioablação | Flecainida 76%; propafenona 5%; sotalol 15%; dronedarona 3%; DAA no período de estabilização | Monitor cardíaco implantável; transmissão manual semanalmente; visitas em 3, 6 e 12 meses | AC: 147 (95) DAA: 140 (94) | 1 | AC: 60 DAA: 60 | 1 |
Valores p < 0,05 foram considerados estatisticamente significativos em todos os estudos; ‡hipertensão e doença cardíaca estrutural; DAA: drogas antiarrítmicas; FA: fibrilação atrial; TA: taquiarritmia atrial; AC: ablação por cateter; FEVE: fração de ejeção do ventrículo esquerdo; ND: não disponível; RF: radiofrequência.
Figura 2– Recorrências de taquiarritmia atrial foram significativamente menos comum com ablação por cateter que com terapia com drogas antiarrítmicas (p<0,001). DAA: drogas antiarrítmicas.
Figura 3– Recorrências de fibrilação atrial sintomática foram significativamente menos comum com ablação por cateter que com terapia com drogas antiarrítmicas (p<0,001). DAA: drogas antiarrítmicas.
Figura 4– Internações hospitalares foram significativamente menos comum com ablação por cateter que com terapia com DAA (p<0,001). DAA: drogas antiarrítmicas.
Figura 5– Incidência de bradicardia sintomática foi rara e similar entre os grupos (p=0,28). DAA: drogas antiarrítmicas.
Figure 1– PRISMA flow diagram of study screening and selection
– Baseline characteristics of included studies
| Number of patients | Male, n(%) | Mean age (years) | Catheter ablation technique | AAD therapy | AT monitoring | Paroxysmal AF, n (%) | Mean time from AF diagnosis (months) | Mean LVEF (%) | Follow-up (years) | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| RAAFT-1 2005 | 67 | NA | CA: 53 AAD: 54 | RF | Flecainide, 77% Sotalol, 23% No AAD reported in ablation group | 24-hour Holter before discharge, 3, 6 and 12 months | CA: 32 (97) AAD: 35 (95) | 5 | CA: 53 AAD: 54 | 1 |
| MANTRA-PAF 2012 | 294 | CA: 100 (68) AAD: 106 (72) | CA: 56 AAD: 54 | RF | Class IC drugs preferred; class III second line; AAD allowed in ablation group for the 3-month blanking period | 7-day Holter monitoring at 3, 6, 12, 18 and 24 months | CA: 146 (100) AAD: 148 (100) | NA | LVEF >60%: 237 (80%) | 5* |
| RAAFT-2 2014 | 127 | CA: 51 (77.3) AAD: 45 (73.8) | CA: 56 AAD: 54 | RF | During 90-day blanking period: Flecainide, 69%; propafenone 25%; dronedarone 3%. AAD allowed in ablation group | ECG, Holter, transtelephonic monitor, or rhythm strip | CA: 65 (98) AAD: 59 (97) | NA | CA: 61 AAD: 61 | 2 |
| STOP-AF 2020 | 203 | CA: 63 (61) AAD: 57 (58) | CA: 60 AAD: 62 | CB | In AAD group: flecainide 60%; propafenone 7%; dronedarone 12%; sotalol 7%; amiodarone 2%. In ablation group, AAD allowed for 80 days in blanking period. | 12-lead ECG conducted at baseline, 1, 3, 6, and 12 months; patient-activated telephone monitoring weekly and when symptomatic at 3-12 months; 24h ambulatory monitoring at 6 and 12 months | CA: 104 (100) AAD: 99 (100) | 15.6 | CA: 61 AAD: 61 | 1 |
| EARLY-AF 2020 | 303 | CA: 112 (72.7) AAD: 102 (68.5) | CA: 58 AAD: 59 | CB | Flecainide 76%; propafenone 5%; sotalol 15%; dronedarone 3%; AAD allowed in blanking period. | Implantable cardiac monitoring; manual weekly transmissions; visits at 3, 6 and 12 months | CA: 147 (95) AAD: 140 (94) | 1 | CA: 60 AAD: 60 | 1 |
P values < 0.05 were considered statistically significant in all included studies; ‡hypertension and structural heart disease; AAD: antiarrhythmic drugs; AF: atrial fibrillation; AT: atrial tachyarrhythmia; CA: catheter ablation; CB: cryoablation; ECG; electrocardiogram; LVEF: left ventricular ejection fraction; NA: not available; RF: radiofrequency.
Figure 2– Recurrences of atrial tachyarrhythmias were significantly less common with catheter ablation compared to antiarrhythmic drugs (p<0.001). AAD: antiarrhythmic drugs.
Figure 3– Recurrences of symptomatic AF were significantly less common with catheter ablation compared to antiarrhythmic drugs. (p<0.001). AAD: antiarrhythmic drugs.
Figure 4– Hospitalizations were significantly less common with catheter ablation compared to antiarrhythmic drugs (p<0.001). AAD: antiarrhythmic drugs.
Figure 5– The incidence of symptomatic bradycardia was rare and similar between groups (p=0.28). AAD: antiarrhythmic drugs.