Fernando Henrique Antunes Murata1,2, Marina Neves Ferreira2,3, Natália Sahyoun Camargo1, Gabriela Soria Santos1, Lígia Cosentino Junqueira Franco Spegiorin2,4,5, Aparecida Perpétuo Silveira-Carvalho1,2, Vera Lucia Pereira-Chioccola6, Luiz Carlos de Mattos1,2, Cinara Cássia Brandão de Mattos1,2. 1. Laboratório de Imunogenética, Departamento de Biologia Molecular, Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto, São José do Rio Preto, São Paulo, Brazil. 2. Grupo de Pesquisa em Toxoplasmose da Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto, São José do Rio Preto, São Paulo, Brazil. 3. Instituto de Biociências, Letras e Ciência Exatas, Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" São José do Rio Preto, São Paulo, Brazil. 4. Hospital da Criança e Maternidade, São José do Rio Preto, São Paulo, Brazil. 5. Ambulatório de Gestação de Alto Risco e Medicina Fetal, Fundação Faculdade Regional Medicina S José Rio Preto, São José do Rio Preto, São Paulo, Brazil. 6. Laboratório de Biologia Molecular de Parasitas e Fungos, Centro de Parasitologia e Micologia, Instituto Adolfo Lutz, São Paulo, São Paulo, Brazil.
Abstract
INTRODUCTION: Toxoplasmosis during pregnancy can be severe; thus, it is essential to diagnose the disease via serological tests. METHODS: An enzyme-linked immunosorbent assay (ELISA) was used to investigate anti-Toxoplasma gondii immunoglobulin A (IgA), M (IgM) and G (IgG) antibodies in 62 high-risk pregnant women. RESULTS: Forty-three (69.4%) women were positive for IgA, 31 (50%) for IgG, and 57 (91.9%) for IgM; 4 (6,5%) were positive for IgA but negative for IgM; 10 (16.1%) were negative for IgA and IgM but positive for IgG. CONCLUSIONS: Testing for these antibodies can help diagnose infection in pregnant women, thereby contributing to clinical management.
INTRODUCTION:Toxoplasmosis during pregnancy can be severe; thus, it is essential to diagnose the disease via serological tests. METHODS: An enzyme-linked immunosorbent assay (ELISA) was used to investigate anti-Toxoplasma gondii immunoglobulin A (IgA), M (IgM) and G (IgG) antibodies in 62 high-risk pregnant women. RESULTS: Forty-three (69.4%) women were positive for IgA, 31 (50%) for IgG, and 57 (91.9%) for IgM; 4 (6,5%) were positive for IgA but negative for IgM; 10 (16.1%) were negative for IgA and IgM but positive for IgG. CONCLUSIONS: Testing for these antibodies can help diagnose infection in pregnant women, thereby contributing to clinical management.
Authors: Tudor Rares Olariu; Brian G Blackburn; Cindy Press; Jeanne Talucod; Jack S Remington; Jose G Montoya Journal: J Clin Microbiol Date: 2019-01-30 Impact factor: 5.948
Authors: Allecineia Bispo da Cruz; Marta Marques Maia; Ingrid de Siqueira Pereira; Noemi Nosomi Taniwaki; Gislene Mitsue Namiyama; João Paulo Marochi Telles; Jose Ernesto Vidal; Lígia Cosentino Junqueira Franco Spegiorin; Cinara Cássia Brandão de Mattos; Luiz Carlos de Mattos; Cristina da Silva Meira-Strejevitch; Vera Lucia Pereira-Chioccola Journal: PLoS One Date: 2020-03-03 Impact factor: 3.240
Authors: Heber Silva-Díaz; Emma V Arriaga-Deza; Virgilio E Failoc-Rojas; Yessica R Alarcón-Flores; Sara Y Rojas-Rojas; Lizzie K Becerra-Gutiérrez; Katya M Mera-Villasis; Franklin R Aguilar-Gamboa; Teresa Silva-García Journal: Rev Soc Bras Med Trop Date: 2020-03-16 Impact factor: 1.581