| Literature DB >> 31093112 |
Rafaela Santana Celes1, Thaís Regis Aranha Rossi2, Sandra Garrido de Barros3, Carla Maria Lima Santos2, Carla Cardoso2.
Abstract
OBJECTIVE: To identify telehealth initiatives described in the literature as a strategy for national health policies.Entities:
Keywords: Telemedicine; health policy; health resources
Year: 2018 PMID: 31093112 PMCID: PMC6385855 DOI: 10.26633/RPSP.2018.84
Source DB: PubMed Journal: Rev Panam Salud Publica ISSN: 1020-4989
FIGURA 1Esquema de seleção de artigos sobre ações de telessaúde vinculadas a políticas públicas
Distribuição geográfica dos estudos e ações de telessaúde vinculadas a políticas públicas
| Origem (referência) | Ano | Principais achados | |
|---|---|---|---|
| África | |||
| África ( | 2017 | A TIC é incipiente na África. Fatores como cultura religiosa, falta de conhecimento, influenciam o sistema de saúde. A telessaúde na África é escassa e pobre em infraestrutura. | |
| Quênia ( | 2017 | As estratégias de telessaúde no Quênia estão concentradas em atenção primária e Aids. Número pequeno de projetos localizados em áreas marginalizadas e periféricas. | |
| África do Sul ( | 2011 | Em 1998, o governo sul-africano iniciou a primeira fase do Projeto Nacional de Telemedicina, mas fracassou. O artigo analisa as ações desta iniciativa nacional e os motivos de fracasso. Também apresenta a o caso do projeto de tele-educação de uma Universidade que vem desenvolvendo distintas ações com parceria governamental para a África do Sul. | |
| África do Sul ( | 2014 | Enquanto o uso da telemedicina na África é restrito, existe um número considerável de programas de tele-educação. Apesar de ter sido lançado, em 1999, um projeto nacional em telessaúde na África do Sul, nem a segunda nem a terceira fases foram concluídas. | |
| Américas | |||
| Brasil ( | 2014 | A utilização da teleodontologia tem sido eficiente e serve como ferramenta de apoio técnico assistencial, reduzindo número de encaminhamentos, ampliando o acesso dos profissionais a educação permanente, evitando deslocamentos no Sistema Único de Saúde. | |
| Brasil ( | 2008 | A telemedicina vem se consolidando no Brasil com ações governamentais e com apoio das agências de fomento à pesquisa e iniciativas que possibilitaram a formação de equipes e núcleos de pesquisa em diversas instituições universitárias brasileiras. Retrata projetos de comunicação em saúde, educação à distância, educação permanente para profissionais da área de saúde. | |
| Colômbia ( | 2013 | A Colômbia conta, desde 2012, com o Sistema Nacional de Informação em Câncer, com ações políticas e estratégias para implementar essas novas tecnologias na saúde. | |
| Bolívia, Costa Rica, Cuba, El Salvador, Guatemala, Peru, Venezuela, Brasil, Colômbia, Equador, México e Panamá ( | 2014 | Bolívia, Costa Rica, Cuba, El Salvador, Guatemala, Peru e Venezuela estão em processo de elaboração e início de implantação de programas. Brasil, Colômbia, Equador, México e Panamá mantêm projetos nacionais de telessaúde. | |
| Estados Unidos ( | 2015 | Projetos para fornecer serviços médicos a cidadãos de áreas remotas. Serviços médicos conectados para oferecer telemedicina aos pacientes. Além das interconsultas, são realizados tratamentos com a tecnologia da Internet e HIT. Os projetos continuam em expansão. | |
| Ásia | |||
| Coreia ( | 2015 | Na Coreia, é utilizada no tratamento de doenças crônicas, idosos e portadores de deficiência, mas não há uma legislação específica para telemedicina. | |
| Malásia ( | 2015 | O Ministério da Saúde da Malásia incorporou a telessaúde como política nacional desde 1990, seguindo a tendência de vários países, em resposta aos altos custos em saúde. | |
| Bangladesh ( | 2014 | Bangladesh carece de preparação e planejamento para sustentar a telessaúde. | |
| Bangladesh, Índia, Indonésia, Maldivas, Malásia, Filipinas, Sri Lanka ( | 2015 | Foram identificados sete programas nacionais de telessaúde na Índia, Bangladesh, Malásia, Maldivas, Filipinas, Sri Lanka e Indonésia. Essas políticas estão em diferentes estágios de implementação. A telessaúde na região trouxe melhorias da atenção à saúde, equidade, melhor acesso às informações. | |
| Japão, Taiwan, Coreia do Sul ( | 2009 | O uso da telemedicina aumentou a qualidade do cuidado à saúde e o acesso aos serviços. Porém, o custo compromete a sustentabilidade da telemedicina. O sucesso dos programas não depende só de boa tecnologia, mas de organização dos recursos humanos. | |
| Japão ( | 2011 | A telemedicina tem auxiliado as expedições japonesas à Antártida, permitindo comunicação entre pacientes e médicos na Antártida e no Japão. Os casos mais comuns são dermatites, fraturas, doenças respiratórias devido ao clima frio e ao gelo ( | |
| Europa ( | 2015 | Na União Europeia é relatada uma variedade de programas para gerenciamento de doenças, assim como sua utilização para teleconsultas e em serviços assistenciais. | |
| Itália ( | 2004 | A telessaúde tem sido utilizada para promover saúde em expedições italianas na Antártida. | |
| Espanha, Itália, Áustria, França, Dinamarca ( | 2015 | A telessaúde pode contribuir para superar as restrições espaciais e temporais. Afirma que o empoderamento dos pacientes para auto-gestão e tomada de decisão compartilhada tem sido importante na utilização da telessaúde em nove regiões europeias. | |
| Alemanha ( | 2015 | Implementação de programa para monitoramento de pacientes. | |
| Escócia ( | 2011 | O estudo indicou que as iniciativas de telessaúde são bem-vindas por pacientes e cuidadores. Afirma que a telessaúde deve ser uma modalidade complementar ao sistema clínico tradicional, não uma alternativa. | |
| Reino Unido ( | 2016 | As principais barreiras que influenciaram a utilização da telessaúde foram falta de informações sobre o serviço e equipamentos disponíveis, falta de experiência e confiança para usar o sistema, estigma do uso. Facilitadores foram a simplicidade de uso e a confiabilidade da telessaúde. | |
| Reino Unido ( | 2017 | Fatores interferem no sucesso da telessaúde: macro (mercado, infraestrutura, política), meso (organizacional) e micro (profissional ou público). Os fatores que impediram a implementação foram: falta de tecnologia, incerteza sobre governança da informação, falta de incentivos. | |
| Dinamarca, Estônia, Franca, Alemanha, Itália, Países baixos, Espanha, Reino Unido ( | 2013 | O estudo identificou oito facilitadores para a telessaúde: reorganização de serviços, foco no paciente, mecanismos de governança, sistemas de informação interoperáveis, compromisso político, profissionais engajados, investimentos nacionais e programas de financiamento e incentivos e financiamento. | |
| Oceania | |||
| Austrália ( | 2017 | Os serviços de telessaúde mental na Austrália são mais utilizados por mulheres e aqueles de condição socioeconômica e educação elevadas. Entre os usuários, existia uma preferência por tratamentos presenciais em relação à telessaúde. Cita-se a utilização em teleconsultas, utilização e desenvolvimento de programas, terapias on-line, atendimento de saúde mental moderado por médicos. | |
Distribuição dos estudos segundo classificação de tipo de estudo e período de publicação
| Tipo de estudo (referência) | Período | Total | % | ||
|---|---|---|---|---|---|
| 2004–2008 | 2009–2013 | 2014–2017 | |||
| Análise de politica ( | — | — | 1 | 1 | 4,76 |
| Avaliação ( | — | 1 | 3 | 4 | 19,05 |
| Estudo de caso ( | — | — | 1 | 1 | 4,76 |
| Relato de experiência ( | 2 | 3 | 3 | 8 | 38,10 |
| Revisão documental ( | — | — | 1 | 1 | 4,76 |
| Revisão de literatura ( | — | 2 | 2 | 9,52 | |
| Revisão sistemática ( | — | 1 | 3 | 4 | 19,05 |
| Total (%) | 2 (9,53) | 5 (23,81) | 14 (66,66) | 21 | 100,00 |