I read with interest the article by Machado et al.[1] This work could be greatly improved by including an adequate control group, turning a merely descriptive case-series into a case-control study, with evaluation of odds ratios, thus giving a valuable contribution aligned with other recently published investigations.[2-5] Some caution should be exercised when interpreting the incidence rates, since only symptomatic cases in the first 72 to 94 hours of life were included; whereas, according to the literature, some neonates present symptoms only after discharge and a few infants, within some months later.[4,5] Data from the neonatal cohort registry would have more accurate estimate for incidence, like other studies.[3] Considering our present level of knowledge in this field, is it ethical to spend investigators’, reviewers’, editors’ and readers’ time with vague research hypotheses and weak study designs?
REPLY
Reply to letter to the editor on:Perinatal ischemic stroke: a five-year retrospective study in a level-III maternity. einstein (São Paulo). 2015;13(1):65-71.Resposta a carta ao editor para: Acidente vascular cerebral isquêmico perinatal: estudo retrospectivo de 5 anos em maternidade nível III. einstein (São Paulo). 2015;13(1):65-71.We thank Dr. Israel Macedo for his interest in our paper and comments that we will try to answer.1. Inclusion of a control groupIn our organization, it is not feasible to systematically screen stroke (by means of transcranial ultrasonography) in all newborns. Since stroke can be silent, and this was a retrospective study, we could have included patients presenting the disease in the control group, which would result in a selection bias.2. Calculation of incidence ratesAs explained in Methods, we reviewed cases of neonatal stroke in term newborns admitted to the neonatal intensive care unit. Other cases were out of our scope. Even if there were symptomatic cases after an uneventful hospital discharge, we would have no access to these patients. Our unit does not admit older patients and not all babies born in our organization return for pediatric follow-up visits.Virgínia Machado, Sónia Pimentel, Filomena Pinto, José NonaMaternidade Dr. Alfredo da Costa, Lisboa, Portugal.Li com interesse o artigo de Machado et al.[1] Este trabalho poderia ser melhorado se incluísse um grupo controle adequado, tornando uma mera série de casos descritiva em um estudo de caso-controle, com avaliação de odds ratios, e, assim, dando uma valiosa contribuição, alinhada a outras pesquisas publicadas recentemente.[2-5] A interpretação de taxas de incidência deve ser feita com cautela, pois apenas os casos sintomáticos, nas primeiras 72 a 94 horas de vida, foram incluídos; enquanto alguns recém-nascidos apresentam/apresentaram sintomas apenas após a alta, e outros lactentes, depois de alguns meses.[4,5]Os dados do registro da coorte neonatal poderiam ter estimativas mais precisas para taxas de incidência, como em outros estudos.[3] Se considerarmos o nível atual de conhecimento nesta área, é ético gastar o tempo de investigadores, revisores, editores e leitores com hipóteses de pesquisas vagas e desenhos de estudos tão fracos?
RESPOSTA
Resposta a carta ao editor para: Acidente vascular cerebral isquêmico perinatal: estudo retrospectivo de 5 anos em maternidade nível III. einstein (São Paulo). 2015;13(1):65-71.Reply to letter to the editor on: Perinatal ischemic stroke: a five-year retrospective study in a level-III maternity. einstein (São Paulo). 2015;13(1):65-71.Agradecemos ao Dr. Israel Macedo por seu interesse em nosso artigo e pelos comentários, que procuraremos responder.1. Inclusão de um grupo controleEm nossa instituição, não é viável rastrear acidente vascular cerebral (AVC) de forma sistemática (por meio de ultrassonografia transcraniana), em todos recém-nascidos. Como o acidente vascular cerebral pode ser silencioso, e este foi um estudo retrospectivo, poderíamos ter incluído pacientes que apresentavam a doença no grupo controle, o que resultaria em um viés de seleção.2. Cálculo das taxas de incidênciaComo explicado na seção Métodos, fizemos a revisão dos casos de acidente vascular cerebral neonatal em recém-nascidos a termo, internados na unidade de cuidados intensivos neonatais. Outros casos fogem ao âmbito de nosso estudo. Mesmo se houvesse casos sintomáticos após uma alta hospitalar sem intercorrências, não teríamos acesso a esses pacientes, uma vez que nossa unidade não admite pacientes mais velhos provenientes do ambulatório, e nem todos os recém-nascidos são encaminhados para consultas de acompanhamento pediátrico após a alta.Virgínia Machado, Sónia Pimentel, Filomena Pinto, José NonaMaternidade Dr. Alfredo da Costa, Lisboa, Portugal.
Authors: Johanna C Harteman; Floris Groenendaal; Anneke Kwee; Paco M J Welsing; Manon J N L Benders; Linda S de Vries Journal: Arch Dis Child Fetal Neonatal Ed Date: 2012-03-24 Impact factor: 5.747
Authors: Adam Kirton; Jennifer Armstrong-Wells; Taeun Chang; Gabrielle Deveber; Michael J Rivkin; Marta Hernandez; Jessica Carpenter; Jerome Y Yager; John K Lynch; Donna M Ferriero Journal: Pediatrics Date: 2011-11-28 Impact factor: 7.124