Literature DB >> 35613179

Safety Margin for Plasma Hyperviscosity in Cardiovascular Disease Patients after COVID-19 Vaccination for Thrombosis Prevention.

Rujittika Mungmunpuntipantip1, Viroj Wiwanitkit1.   

Abstract

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Year:  2021        PMID: 35613179      PMCID: PMC8757142          DOI: 10.36660/abc.20210555

Source DB:  PubMed          Journal:  Arq Bras Cardiol        ISSN: 0066-782X            Impact factor:   2.667


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Caro Editor, Foi com grande interesse que lemos o artigo intitulado “Vacinação do Cardiopata contra COVID-19: As Razões da Prioridade”.[1] A Fvacinação contra a COVID-19 tem sido considerada a melhor maneira de se prevenir a doença, embora dados sobre sua segurança ainda sejam necessários. Um problema importante após a vacinação contra COVID-19 são as alterações reológicas que induzem a formação de coágulos intravasculares e complicações trombóticas.[2] Mudanças na viscosidade sanguínea após a vacina da COVID-19 foram confirmadas. A vacina pode induzir uma rápida produção de anticorpo, o qual é uma proteína que pode aumentar a viscosidade do plasma em um valor estimado de 2,4 centipoise (cP) em relação a valores normais em uma pessoa saudável.[3,4] O problema pode ocorrer se a viscosidade plasmática atingir níveis superiores a 5 cP, o que é considerado um estado de hiperviscosidade.[5] Para qualquer pessoa que seja vacinada contra a COVID-19, deve existir uma margem de segurança para o problema de hiperviscosidade. Essa margem de segurança seria a diferença entre a viscosidade plasmática basal e o nível de hiperviscosidade. Uma preocupação em relação à margem de segurança para a hiperviscosidade deve ser considerada em relação a indivíduos com doença cardíaca subjacente. Observa-se que uma pessoa com dislipidemia ou doença cardiovascular apresenta uma viscosidade plasmática mais alta em comparação a uma pessoa saudável.[6,7] Nesse artigo,[1] os autores tentaram estimar uma margem de segurança para hiperviscosidade plasmática para indivíduos sadios e para aqueles com diferentes doenças cardíacas subjacentes que serão vacinados contra a COVID-19. Os valores estimados estão descritos na Tabela 1; as margens de segurança diferiram-se não somente entre indivíduos sadios e pacientes com doenças cardiovasculares, como entre diferentes doenças cardiovasculares. Uma pessoa com angina instável parece apresentar o maior risco. Pacientes com algumas doenças subjacentes podem apresentar valores mais baixos de margem de segurança, o que pode resultar em um risco maior de se desenvolver doença trombótica. Como recomendação, atenção especial deve ser dada a pacientes com doenças cardiovasculares com risco elevado de hiperviscosidade, e monitoramento de valores de viscosidade plasmática antes da vacinação pode ser útil.
Tabela 1

Margem de segurança estimada para hiperviscosidade plasmática após vacinação contra COVID-19 em indivíduos sadios e pacientes com diferentes doenças cardiovasculares

GruposValor de viscosidade basal* (cP)Margem de segurança estimada** (cP)
Indivíduo sadio1,401,1
Paciente com dislipidemia1,441,06
Paciente com angina estável1,421,08
Paciente com angina instável1,660,84
Paciente com infarto do miocárdio1,530,97

Valor de viscosidade basal derivado de estudos prévios[3,6,7]

Margem de segurança pode ser estimada por: “ponto de corte para hiperviscosidade -viscosidade plasmática basal - aumento esperado na viscosidade plasmática após vacinação”.

cP: centipoise.

Valor de viscosidade basal derivado de estudos prévios[3,6,7] Margem de segurança pode ser estimada por: “ponto de corte para hiperviscosidade -viscosidade plasmática basal - aumento esperado na viscosidade plasmática após vacinação”. cP: centipoise. Dear Editor, We read the article entitled “Vaccinating Patients with Heart Disease Against COVID-19: The Reasons for Priority” with great interest.[1] COVID-19 vaccination is accepted as the best way for preventing the disease, but data on its safety are still warranted. An important problem found after COVID-19 vaccination is the rheological change causing intravascular clotting and thrombotic complications.[2] Changes in blood viscosity after COVID-19 vaccination have been confirmed. A vaccine can induced rapid production of antibody, which is a protein that can increase plasma viscosity by an estimated 2.4 centipoise (cP) from normal values in healthy person.[3,4] The problem might occur if changes in plasma viscosity reach levels above 5 cP, considered a hyperviscosity state.[5] For any person receiving the COVID-19 vaccine, there may be a safety margin for the hyperviscosity problem. This safety margin would be difference between baseline plasma viscosity to the hyperviscosity level. The concern on the safety margin for the hyperviscosity problem should be discussed for a person with underlying heart disease. It is observed that a person with hyperlipidemia or cardiovascular disease has higher plasma viscosity than a healthy person.[6,7] In this paper,[1] the authors tried to estimate the safety margin for plasma hyperviscosity for healthy people and for those with different underlying heart diseases who will be vaccinated against COVID-19. The estimated safety margin values are shown in Table 1; the safety margins differed not only between healthy individuals and cardiovascular disease patients, but also between different cardiovascular diseases. A person with unstable angina seems to have the highest risk. Patients with some specific underlying diseases might have lower safety margin values, which may imply a higher risk for developing a thrombotic disease. As a recommendation, special attention should be given to cardiovascular patients at high risk of hyperviscosity, and pre-vaccination monitoring of plasma viscosity might be useful.
Table 1

Estimated safety margin for plasma hyperviscosity after COVID-19 vaccination in healthy individuals and patients with cardiovascular diseases

GroupsBackground viscosity * value (cP)Estimated safety margin** (cP)
Healthy person1.401.1
Patient with dyslipidemia1.441.06
Patient with stable angina1.421.08
Patient with unstable angina1.660.84
Patient with myocardial infarction1.530.97

Background viscosity values are derived from previous studies.[3,6,7]

safety margin for hyperviscosity can be estimated by “hyperviscosity cutoff value – baseline plasma viscosity - expected increase in plasma viscosity after vaccination.

cP: centipoise.

Background viscosity values are derived from previous studies.[3,6,7] safety margin for hyperviscosity can be estimated by “hyperviscosity cutoff value – baseline plasma viscosity - expected increase in plasma viscosity after vaccination. cP: centipoise.
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Review 1.  Hyperviscosity syndrome in plasma cell dyscrasias.

Authors:  Jayesh Mehta; Seema Singhal
Journal:  Semin Thromb Hemost       Date:  2003-10       Impact factor: 4.180

2.  High-dose intravenous immunoglobulin and serum viscosity: risk of precipitating thromboembolic events.

Authors:  M C Dalakas
Journal:  Neurology       Date:  1994-02       Impact factor: 9.910

3.  Influence of blood lipids on plasma and blood viscosity.

Authors:  Concetta Irace; Claudio Carallo; Faustina Scavelli; Teresa Esposito; Maria Serena De Franceschi; Cesare Tripolino; Agostino Gnasso
Journal:  Clin Hemorheol Microcirc       Date:  2014       Impact factor: 2.375

4.  Plasma viscosity in ischemic heart disease.

Authors:  J Fuchs; I Weinberger; Z Rotenberg; A Erdberg; E Davidson; H Joshua; J Agmon
Journal:  Am Heart J       Date:  1984-09       Impact factor: 4.749

5.  Vaccinating Patients with Heart Disease Against COVID-19: The Reasons for Priority.

Authors:  Wolney de Andrade Martins; Gláucia Maria Moraes de Oliveira; Andréa Araujo Brandão; Ricardo Mourilhe-Rocha; Evandro Tinoco Mesquita; José Francisco Kerr Saraiva; Fernando Bacal; Marcelo Antônio Cartaxo Queiroga Lopes
Journal:  Arq Bras Cardiol       Date:  2021-02       Impact factor: 2.000

6.  CoViD vaccines and thrombotic events: EMA issued warning to patients and healthcare professionals.

Authors:  Hamid A Merchant
Journal:  J Pharm Policy Pract       Date:  2021-03-24

7.  Expected Viscosity After COVID-19 Vaccination, Hyperviscosity and Previous COVID-19.

Authors:  Beuy Joob; Viroj Wiwanitkit
Journal:  Clin Appl Thromb Hemost       Date:  2021 Jan-Dec       Impact factor: 2.389

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