| Literature DB >> 34178064 |
Ana Thereza Cavalcanti Rocha1, Thiago Brito Pinheiro1, Paulo Roberto Sampaio Peixoto de Souza1, Marcos Arêas Marques2.
Abstract
BACKGROUND: In common with other international guidelines, the Agency for Healthcare Research and Quality recommends implementation of venous thromboembolism (VTE) prophylaxis programs in hospitals as a measure for patient safety. The VTE Safety Zone Program (VTESZ) proposes a model for incorporation of systematic VTE risk-assessment into hospital routines, with continuing institutional and multidisciplinary participation.Entities:
Keywords: patient care management; patient safety; prevention and control; protocols; venous thromboembolism
Year: 2020 PMID: 34178064 PMCID: PMC8202209 DOI: 10.1590/1677-5449.190119
Source DB: PubMed Journal: J Vasc Bras ISSN: 1677-5449
Issues affecting implementation of the venous thromboembolism (VTE) prophylaxis protocol (number of responses = 51).
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|---|---|
| Prophylaxis maintenance for clinical or oncological patients after hospital discharge | 38 (74.5%) |
| Lack of a VTE prophylaxis protocol for patients discharged from hospital/to home care | 35 (68.6%) |
| Poor compliance with completion of risk assessments by physicians | 28 (54.9%) |
| Lack of an automatic software lock on electronic patient record to oblige completion of the protocol | 26 (51%) |
| Failure to adhere to surgical protocol in patients with intermediate/high risk and length of hospital stay < 48 h (duration of surgery > 60 min) | 18 (35.3%) |
| Failure to follow the prophylaxis protocol during the postoperative period of elective surgery | 16 (31.4%) |
| No specific VTE protocol for obstetrics | 14 (27.5%) |
| Lack of involvement of the nursing team | 11 (21.6%) |
| Protocol only exists in paper-based format | 11 (21.6%) |
| Lack of a team member dedicated to managing the protocol | 10 (19.6%) |
| Failure to cascade the protocols to all hospital units | 10 (19.6%) |
| Risk assessment only obligatory in some units | 8 (15.7%) |
| Need to adjust the protocol for surgical patients, to avoid overestimating VTE risk | 6 (11.8%) |
| Issues with initiating the protocol in public hospitals | 4 (7.8%) |
Key recommendations from the American College of Chest Physicians (ACCP) on prevention of venous thromboembolism (VTE) in hospitals.
| 1) Every hospital should develop a formal strategy that addresses the prevention of VTE (grade 1A) and, preferably, have a written hospital policy or protocol for implementation throughout the entire institution (grade 1C); |
| 2) Passive distribution of educational material or educational lectures are not recommended in isolation as strategies for increasing compliance with VTE prophylaxis (grade 1B); |
| 3) Recommended strategies for increasing compliance with VTE prophylaxis should include: |
| a) computerized systems to support risk assessment and prescription (grade 1A); |
| b) protocols with standardized prescriptions (grade 1B); |
| c) proactive committees that conduct periodic audits of VTE prophylaxis use and present results to the institution’s clinical care teams (grade 1C). |
Barreiras encontradas para a implementação do protocolo de profilaxia de tromboembolismo venoso (TEV) (número de respostas = 51).
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|---|---|
| Manter profilaxia na alta hospitalar para pacientes clínicos/oncológicos | 38 (74,5%) |
| Falta de protocolo de profilaxia de TEV para pacientes de alta hospitalar/assistência domiciliar | 35 (68,6%) |
| Falta de adesão ao preenchimento do protocolo pelos médicos | 28 (54,9%) |
| Falta de instalação do bloqueio de prontuário eletrônico para tornar o preenchimento do protocolo obrigatório | 26 (51%) |
| Falta de adesão ao protocolo cirúrgico em pacientes com risco intermediário/alto e tempo de permanência hospitalar < 48 h (duração de cirurgias > 60 min) | 18 (35,3%) |
| Falta de preenchimento do protocolo de profilaxia no pós-operatório de cirurgias eletivas | 16 (31,4%) |
| Falta de protocolo de TEV específico para obstetrícia | 14 (27,5%) |
| Falta de envolvimento da equipe de enfermagem | 11 (21,6%) |
| Protocolo existe apenas no papel | 11 (21,6%) |
| Falta de membro da equipe dedicado ao protocolo | 10 (19,6%) |
| Falta de disseminação dos protocolos entre as unidades hospitalares | 10 (19,6%) |
| Avaliação obrigatória de risco apenas em algumas unidades | 8 (15,7%) |
| Protocolo para pacientes cirúrgicos precisa de ajustes para evitar superclassificação de risco de TEV | 6 (11,8%) |
| Iniciar protocolo em hospital público | 4 (7,8%) |
Recomendações-chave do American College of Chest Physicians (ACCP) sobre a prevenção do tromboembolismo venoso (TEV) em hospitais.
| 1) Todo hospital deve desenvolver uma estratégia formal para abordar a prevenção do TEV (grau 1A) e, de preferência, deve ter uma política hospitalar ou protocolo, por escrito, para implementação em toda a instituição (grau 1C); |
| 2) A distribuição passiva de materiais educacionais ou palestras educativas não são recomendadas, como estratégias isoladas, para aumentar a aderência à profilaxia do TEV (grau 1B); |
| 3) As estratégias recomendadas para aumentar a aderência ao uso de profilaxia do TEV devem incluir: |
| a) sistemas computadorizados de suporte à avaliação de risco e à prescrição (grau 1A); |
| b) protocolos com prescrições padronizadas (grau 1B); |
| c) comissões proativas que realizem auditorias periódicas sobre o uso de profilaxia do TEV e apresentem resultados para o corpo clínico da instituição (grau 1C). |