A associação de tabagismo e sedentarismo constitui uma importante expressão de morbimortalidade em amplas faixas etárias.[1]O presente estudo[2] potencializa os reconhecidos riscos do tabagismo, correlacionando à qualidade do sono e às disfunções autonômicas com níveis de atividade física. Parâmetros considerados como fatores de risco para patologias cardiovasculares.[3] Vale destacar à acurada metodologia contribuindo com a legitimação desse estudo. No grupo mais ativo (p>50) foram observados valores mais elevados da massa muscular esquelética, relacionados com o melhor desempenho e influenciando no metabolo reflexo.[4] O tratamento estatístico demonstrou correlações significativas entre o fumo, a qualidade do sono e a disfunção autonômica. Acreditamos que um número mais elevado dos candidatos ao estudo, possa obter correlações mais fortes. Sugerimos como continuação desse estudo, avaliar a recuperação da frequência cardíaca no primeiro minuto da recuperação pós esforço, indicador de adaptação autonômica parassimpática de valor prognóstico nas afecções cardiovasculares.[5] Vale, também, melhor quantificação de atividade física que caracteriza o comportamento ativo ou não.[6] Merece destaque a bibliografia atual, com cerca de 16% de autores do nosso país.Reiteramos a originalidade, delineamento e conclusões desse estudo,[2] com ampla aplicabilidade prática, quando demonstra que o fumante ativo exibe parâmetros favoráveis relacionados à qualidade do sono e à disautonomia, podendo colaborar com a interrupção do hábito de fumar.The association between smoking and physical inactivity is an essential expression of morbidity and mortality in wide age groups.[1]The present study[2]enhances the recognized risks of smoking, correlating it to the quality of sleep, and autonomic dysfunctions with levels of physical activity. Parameters considered as risk factors for cardiovascular pathologies.[3]It is worth mentioning the accurate methodology contributing to the legitimacy of this study. In the most active group (p> 50), higher values of skeletal muscle mass were observed, related to better performance and influencing the reflex metabolite.[4]Statistical treatment demonstrated significant correlations between smoking, sleep quality, and autonomic dysfunction. We believe that a higher number of candidates for the study can obtain stronger associations. We suggest, as a continuation of this study, to evaluate the recovery of heart rate in the first minute of post-exercise recovery, an indicator of parasympathetic autonomic adaptation of prognostic value in cardiovascular diseases.[5]Also, a better quantification of physical activity that characterizes active or non-active behavior is also valid.[6]The current bibliography deserves mention, with about 16% of authors from our country.We reiterate the originality, design, and conclusions of this study,[2]with broad practical applicability, when it demonstrates that the active smoker exhibits favorable parameters related to the quality of sleep and dysautonomia, being able to collaborate with the interruption of the smoking habit.
Authors: Tales de Carvalho; Mauricio Milani; Almir Sergio Ferraz; Anderson Donelli da Silveira; Artur Haddad Herdy; Carlos Alberto Cordeiro Hossri; Christina Grüne Souza E Silva; Claudio Gil Soares de Araújo; Eneas Antonio Rocco; José Antonio Caldas Teixeira; Luciana Oliveira Cascaes Dourado; Luciana Diniz Nagem Janot de Matos; Luiz Gustavo Marin Emed; Luiz Eduardo Fonteles Ritt; Marconi Gomes da Silva; Mauro Augusto Dos Santos; Miguel Morita Fernandes da Silva; Odilon Gariglio Alvarenga de Freitas; Pablo Marino Corrêa Nascimento; Ricardo Stein; Romeu Sergio Meneghelo; Salvador Manoel Serra Journal: Arq Bras Cardiol Date: 2020-06-01 Impact factor: 2.000
Authors: Carol Ewing Garber; Bryan Blissmer; Michael R Deschenes; Barry A Franklin; Michael J Lamonte; I-Min Lee; David C Nieman; David P Swain Journal: Med Sci Sports Exerc Date: 2011-07 Impact factor: 5.411
Authors: Jonathan Myers; Manish Prakash; Victor Froelicher; Dat Do; Sara Partington; J Edwin Atwood Journal: N Engl J Med Date: 2002-03-14 Impact factor: 91.245