| Literature DB >> 31398239 |
Sabrina Rosa de Lima Matos1, Mariana Lucas Rocha Cunha2, Sergio Podgaec3, Eduardo Weltman1, Ana Fernanda Yamazaki Centrone4, Ana Carolina Cintra Nunes Mafra5.
Abstract
OBJECTIVE: To propose a consensus for prevention of vaginal stenosis in patients submitted to pelvic radiotherapy.Entities:
Mesh:
Year: 2019 PMID: 31398239 PMCID: PMC6688793 DOI: 10.1371/journal.pone.0221054
Source DB: PubMed Journal: PLoS One ISSN: 1932-6203 Impact factor: 3.240
Summary of the Dutch consensus-based recommendations described per category.
| Category | Consensus |
|---|---|
| Responsibility | 1. Health care providers should give patients simple sexological advice, such as how to cope with fear for sexual contact after treatment. |
| Target population | Patients should be informed about vaginal dilation in case they were: |
| Vaginal dilator | 6. Health care providers should advise on which type of dilator should be used, but the patient ultimately decides. |
| Rationale | The rationale that health care providers use to prescribe vaginal dilation should contain that dilation: |
| Content instructions | 15. Plastic cylinders, vibrators, dildos, and fingers should be inserted at least 1 to 3 minutes, 2 to 3 times a week, and during 9 to 12 months after treatment. |
| Information provision | 24. The health care center decides which health care provider is responsible for informing patients about vaginal dilation. |
| Patient support | 30. The health care center decides which health care provider is responsible for supporting patients during sexual rehabilitation. |
Extra items inserted in the protocol for the prevention of vaginal stenosis in patients submitted to pelvic radiotherapy.
| Category | Extra item |
|---|---|
| Target population | |
| Content instructions |
Profile of responding judges (n = 32).
| Profile of judges | Descriptive measures |
|---|---|
| Female | 21 (65.6) |
| Male | 11 (34.4) |
| Median [IQI] | 37.5 [35.0; 43.25] |
| Nurse | 10 (31.2) |
| Physiotherapist | 5 (15.6) |
| Gynecologist / Oncology Surgeon | 8 (25.0) |
| Radiation Oncologist | 9 (28.1) |
| Between 1 and 3 years | 5 (15.6) |
| Between 4 and 6 years | 6 (18.8) |
| Between 7 and 10 years | 8 (25.0) |
| More than 10 years | 13 (40.6) |
| Southeast | 23 (71.9) |
| South | 4 (12.5) |
| North | 3 (9.4) |
| Northeast | 2 (6.3) |
IQI: Interquartile Interval (1st; 3rd quartiles).
Fig 1Distribution of answers provided by judges to the items in the first round. N = 32 judges.
Responsibility (R), target population (TP), vaginal dilator (VD), rationale (RA), content instructions (CI), information provision (IP), and patient support (PS).
Comparison between items in the 1st round and the modified items of the 2nd round.
| Category | 1st Round Version | 2nd Round Version |
|---|---|---|
| Vaginal dilator | 8. “Patients may use a vibrator if preferred”. | 8. Patients may use a vibrator if preferred, |
| Rationale | 11. “Keeps the vagina accessible for any form of penetration in the future”. | 11. “It |
| Content instructions | 15.” The prescribed vaginal dilators should be inserted for a duration of at least 1–3 minutes, 2–3 times a week, and for 9–12 months after treatment”. | 15. The prescribed vaginal dilators should be inserted for a duration of at |
| 18. Gradually using a bigger cylinder circumference in time is important. | 18. “ | |
| 23. “ Patients may resume sexual intercourse 2–4 weeks after the treatment if they feel ready”. | 23. | |
| Information provision | 24. “The health care center decides which health care provider is responsible for informing patients about vaginal dilation”. | |
| Patient Support | 30. “The health care center decides which health care provider is responsible for supporting patients during sexual rehabilitation”. |
Fig 2Distribution of judges’ answers to the reformulated items in the second round. N = 27 judges.
Responsibility (R), target population (TP), vaginal dilator (VD), rationale (RA), content instructions (CI), information provision (IP), and patient support (PS).
Value of CVI-A according to the category assessed.
| Responsibility | 2 | 0.95 |
| Target population | 5 | 0.92 |
| Vaginal dilator | 4 | 0.97 |
| Rationale | 5 | 0.95 |
| Content instructions | 8 | 0.93 |
| Information provision | 6 | 0.89 |
| Patient support | 6 | 0.91 |
Final consensus for vaginal stenosis prevention in patients submitted to pelvic radiotherapy—Brazilian Portuguese version.
| Responsabilidade |
Os profissionais da área da saúde devem dar orientações básicas na área de sexualidade, por exemplo, como a paciente pode lidar com o medo de ter relação sexual após o tratamento. Caso estas orientações sobre sexualidade não sejam suficientes, o ideal é encaminhar as pacientes a um psicólogo e/ou a outros profissionais da equipe multidisciplinar especializada na área de sexualidade. |
| População-alvo | As pacientes que devem ser informadas sobre a dilatação vaginal são aquelas:
Sexualmente ativas antes do tratamento (independente de terem ou não um parceiro). Submetidas ao tratamento com radioterapia para câncer de colo do útero ou vaginal. Submetidas ao tratamento com braquiterapia vaginal em combinação com radioterapia de feixe externo (ou em indicações individuais). Com câncer de vulva ou endométrio e/ou que não eram sexualmente ativas antes do tratamento, devendo receber cuidados adaptados às suas necessidades. Submetidas à radioterapia pélvica por tumor colorretal e anal, em situações individualizadas. |
| Dilatador vaginal |
Os profissionais da área da saúde devem orientar suas pacientes em relação ao tipo de dilatador que deverão usar, deixando claro que a decisão final caiba a elas. A recomendação quanto ao tipo de dilatador vaginal a ser usado deve ser individualizada, de acordo com as seguintes opções: prótese peniana, dilatadores de plástico, dilatadores de silicone e/ou de outro material adequado para a região vaginal. Se preferirem, as pacientes podem usar um vibrador, desde que tenha um formato adequado ao tamanho da vagina. Durante o uso, a circunferência do dilatador é uma característica importante. |
| Justificativa | A justificativa que os profissionais de saúde devem utilizar para prescrever a dilatação vaginal deve conter que a dilatação:
Previne a formação de aderências vaginais. Visa manter a vagina acessível à diferentes formas de penetração futura, tais como atividade sexual e exames ginecológicos. Facilita a realização de futuros exames vaginais (realizados durante as consultas de seguimento). Pode ajudar a diminuir a angústia da paciente tanto em relação às mudanças em seu corpo como em relação à atividade sexual. Deve ser iniciada como uma medida preventiva, ao invés de corretiva, e não somente após o surgimento de aderências. |
| Conteúdo das orientações |
Os dilatadores vaginais indicados devem permanecer inseridos por pelo menos 5 a 10 minutos, duas a três vezes por semana, por tempo indeterminado, de acordo com necessidade de cada paciente (atividade sexual e/ou seguimento clínico). Recomenda-se o uso de lubrificantes durante o uso de dilatadores vaginais. É importante que, com o tempo, a paciente que iniciou a dilatação com um dilatador vaginal de circunferência menor (circunferência menor comparada ao diâmetro da vagina pré-tratamento), passe gradualmente a usar dilatadores com circunferências cada vez maiores, até atingir um diâmetro confortável e o canal vaginal pérvio. Na posição escolhida pela própria paciente, ela deve idealmente inserir o dilatador o mais profundamente possível e movimentá-lo após sua inserção. Caso comecem a sentir dores ou apresentem sangramento duradouro, as pacientes devem consultar os profissionais de saúde que a atendem. Ter ou não o envolvimento ativo do parceiro depende das necessidades e escolhas de cada paciente. Caso a paciente tenha relações sexuais bem-sucedidas com penetração vaginal completa, ela pode diminuir a frequência do uso dos dilatadores. As pacientes, quando se sentirem aptas, podem retomar a sua vida sexual. O ideal é que ocorra quando a mucosa vaginal estiver recuperada, podendo ser entre 2 e 4 semanas após o tratamento. |
| Provisão de informação |
A instituição de saúde deverá decidir quem serão os profissionais da equipe multidisciplinar de saúde responsável por passar as orientações relativas à dilatação vaginal. O médico rádio-oncologista deve ser o primeiro a abordar a questão com a paciente, sendo que deve fazê-lo antes do início da radioterapia. Durante a primeira consulta de seguimento, a enfermeira oncologista deve passar as orientações da forma mais completa possível. O profissional de saúde deve passar as orientações de forma presencial, mesmo que a paciente não toque no assunto. A participação do parceiro da paciente deve ser encorajada. É desejável disponibilizar informação impressa ou |
| Apoio à paciente |
A instituição de saúde deverá decidir quem serão os profissionais da equipe multidisciplinar de saúde responsável em oferecer apoio às pacientes durante o processo de reabilitação sexual. O uso do dilatador vaginal deve ser monitorado em todas as consultas de seguimento. A enfermeira oncologista deve prestar apoio emocional e prático à paciente ao longo de todo o processo de reabilitação sexual. O profissional da saúde deve oferecer apoio à paciente mesmo que ela não tome a iniciativa. Se necessário, é preciso que consultas adicionais sejam marcadas. É desejável que as pacientes com problemas sexuais possam ser encaminhadas a outros tipos de atendimento e que outras oportunidades de aprendizado lhes sejam oferecidas para que aperfeiçoem sua capacidade de auto avaliação de queixas de natureza sexual. |
Itens fechados na primeira rodada
Itens fechado na segunda rodada