Taine Costa1, Lisabelle Mariano Rossato2, Mariana Bueno2, Izabela Linha Secco3, Natália Pinheiro Braga Sposito4, Denise Harrison5, Júnia Selma de Freitas6. 1. Universidade de São Paulo, Escola de Enfermagem, Programa de Pós-Graduação Interunidades, São Paulo, SP, Brazil. 2. Universidade de São Paulo, Escola de Enfermagem, Departamento de Enfermagem Materno-Infantil e Psiquiátrica, São Paulo, São Paulo, Brazil. 3. Hospital Infantil Waldemar Monastier, Campo Largo, PR, Brazil. 4. Universidade de São Paulo, Hospital Universitário, São Paulo, SP, Brazil. 5. University of Ottawa, Research Institute, Ontario, Canada. 6. Hospital Infantil Pequeno Príncipe, Curitiba, PR, Brazil.
Abstract
OBJECTIVE: To analyze nurses' knowledge and practices regarding pain management of newborns admitted to Neonatal Intensive Care Units. METHOD: A descriptive and cross-sectional study. Data were collected from 51 nurses based on an adapted questionnaire aimed at evaluating knowledge and practices regarding the management of neonatal pain in six hospitals in Curitiba and its Metropolitan Region. RESULTS: For most nurses (86.0%), neonates feel pain. A total of 34.7% of the nurses reported never using pain assessment scales. Pain management was recorded by 84.3% of the nurses. Administered pharmacological measures were Paracetamol and Fentanyl (47.1%) and Morphine (17.6%); while non-pharmacological measures adopted were sweetened solution (68.6%), non-nutritive sucking (58.8%) and positioning (56.9%). CONCLUSION: Nurses considered neonatal pain a real event; however, they do not perform pain assessment or treatment of newborns in a systematized way.It is necessary to implement knowledge translation strategiesin order to improve pain management in newborns. OBJETIVO: Verificar o conhecimento e as práticasdos enfermeiros sobreo manejo da dor de recém-nascidos admitidos em Unidades de Tratamento Intensivo Neonatal. MÉTODO: Estudo descritivo e transversal. Os dados foram coletados com 51 enfermeiros, a partir de um questionário adaptado que visa avaliar o conhecimento e as práticas sobre o manejo da dor neonatal, em seis hospitais de Curitiba e Região Metropolitana. RESULTADOS: Para a maioria dos enfermeiros(86,0%), os neonatos sentem dor. Um total de 34,7% afirmaramnunca utilizar escalas de avaliaçãoda dor. O registro do manejo da dor foi realizado por 84,3% dos enfermeiros. As medidas farmacológicas realizadas foram Paracetamol e Fentanil (47,1%) e Morfina (17,6%);as não farmacológicas adotadas foram solução adocicada (68,6%), sucção não nutritiva (58,8%) e posicionamento (56,9%). CONCLUSÃO: Os enfermeiros consideraram a dor neonatal como um evento real, porém não realizavam avaliação ou tratamento da dor no recém-nascido de modosistematizado. É necessário implementarestratégias de tradução do conhecimento paraaprimorar o manejo da dor de recém-nascidos.
OBJECTIVE: To analyze nurses' knowledge and practices regarding pain management of newborns admitted to Neonatal Intensive Care Units. METHOD: A descriptive and cross-sectional study. Data were collected from 51 nurses based on an adapted questionnaire aimed at evaluating knowledge and practices regarding the management of neonatal pain in six hospitals in Curitiba and its Metropolitan Region. RESULTS: For most nurses (86.0%), neonates feel pain. A total of 34.7% of the nurses reported never using pain assessment scales. Pain management was recorded by 84.3% of the nurses. Administered pharmacological measures were Paracetamol and Fentanyl (47.1%) and Morphine (17.6%); while non-pharmacological measures adopted were sweetened solution (68.6%), non-nutritive sucking (58.8%) and positioning (56.9%). CONCLUSION: Nurses considered neonatal pain a real event; however, they do not perform pain assessment or treatment of newborns in a systematized way.It is necessary to implement knowledge translation strategiesin order to improve pain management in newborns. OBJETIVO: Verificar o conhecimento e as práticasdos enfermeiros sobreo manejo da dor de recém-nascidos admitidos em Unidades de Tratamento Intensivo Neonatal. MÉTODO: Estudo descritivo e transversal. Os dados foram coletados com 51 enfermeiros, a partir de um questionário adaptado que visa avaliar o conhecimento e as práticas sobre o manejo da dor neonatal, em seis hospitais de Curitiba e Região Metropolitana. RESULTADOS: Para a maioria dos enfermeiros(86,0%), os neonatos sentem dor. Um total de 34,7% afirmaramnunca utilizar escalas de avaliaçãoda dor. O registro do manejo da dor foi realizado por 84,3% dos enfermeiros. As medidas farmacológicas realizadas foram Paracetamol e Fentanil (47,1%) e Morfina (17,6%);as não farmacológicas adotadas foram solução adocicada (68,6%), sucção não nutritiva (58,8%) e posicionamento (56,9%). CONCLUSÃO: Os enfermeiros consideraram a dor neonatal como um evento real, porém não realizavam avaliação ou tratamento da dor no recém-nascido de modosistematizado. É necessário implementarestratégias de tradução do conhecimento paraaprimorar o manejo da dor de recém-nascidos.
Authors: Hanna Isa Almeida Maciel; Marcela Foureaux Costa; Anna Caroline Leite Costa; Juliana de Oliveira Marcatto; Bruna Figueiredo Manzo; Mariana Bueno Journal: Rev Bras Ter Intensiva Date: 2019-03-21
Authors: Hanna Popowicz; Katarzyna Kwiecień-Jaguś; Wioletta Mędrzycka-Dąbrowska; Monika Kopeć; Danuta Dyk Journal: Int J Environ Res Public Health Date: 2022-09-23 Impact factor: 4.614