Literature DB >> 27074242

Hijacked scientific journals: a warning to researchers.

Thiago Gonçalves Dos Santos Martins1, Ana Luiza Fontes de Azevedo Costa2, Francisco Javier Solano Moncada3, Ricardo Vieira Martins4.   

Abstract

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Year:  2016        PMID: 27074242      PMCID: PMC4872929          DOI: 10.1590/S1679-45082016CE3632

Source DB:  PubMed          Journal:  Einstein (Sao Paulo)        ISSN: 1679-4508


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Dear editor, Hijacking of scientific journals consists of websites created by hackers in place of true academic journals for copying their names, addresses, impact factors and international publication numbers in order to steal scientific output and payment of fees charged for publication.[1] Today there is great pressure on researchers to publish their scientific results. Some journals publish for free and others charge a fee. Some, among those that charge fees, use the fee to ensure faster publication, but give low concern to quality of reviewing itself.[2] The hijacking of scientific journals began in 2012, and currently more than 20 scientific journals are on this list.[1,3] These journals are from different countries such as Switzerland and Austria. They are multidisciplinary journals, usually not originally published in English, accept manuscripts from different areas and have impact factors measured by Thomson & Reuters. Most of these journals are available in-print only, and they are not high impact factor journals, which end up convincing more easily the invited author to publish within weeks. In addition, in this fraud the names of the respective actual journal editors are used without their permission.[3] Victims are usually selected from scientific journal websites that are not peer reviewed and listed in the Thomson & Reuters or Scopus. Hijackers avoid selecting researchers that publish in high quality journals with well-established peer reviews process, because these authors could scan them more easily. Researchers are usually contacted by these false journals by e-mail offering quick publications with considerable impact factor in exchange for publication fees of more than US$500.00.[3] Once researchers send the article they receive a message with bank information to pay the fee. To further deceive the author, a list of shallow considerations about the article is sent, suggesting superficial corrections to be done before the publication, which will not occur. However, hundreds of researchers have been deceived worldwide.[1] This is an alarming practice: researchers may have their work stolen and editors the defamation of their journals’ prestige. It is time to think about how much this scientific publication pressure may have made cybercrimes easier. For this reason, we should warn researchers on how to identify hijacked scientific journals. Caro editor, O sequestro de periódicos científicos é caracterizado por websites criados por hackers em nome de periódicos acadêmicos reais, que copiam seus títulos, endereços, fatores de impacto e número de publicações internacionais, com o objetivo de roubar a produção científica e os pagamentos feitos aos periódicos para publicação.[1] Hoje há uma grande pressão para os pesquisadores publicarem seus achados científicos. Alguns periódicos não cobram taxas para publicação, outros sim. Entre os que cobram taxa, há os que o fazem para garantir publicação rápida e sem muita preocupação com a qualidade da revisão do artigo.[2] O sequestro de periódicos científicos iniciou-se em 2012 e, atualmente, mais de 20 periódicos estão na lista de “sequestrados”.[1,3] Esses periódicos são de países singulares, como Suíça e Áustria. São periódicos multidisciplinares, geralmente não publicados originalmente em língua inglesa, que oferecem publicações de diferentes áreas e que têm seus fatores de impacto medidos pela Thomson & Reuters. A maioria desses periódicos não é eletrônica. Em geral, eles não têm alto fator de impacto, o que convence mais facilmente o autor convidado a publicar em poucas semanas. Além disso, nessa fraude, os nomes dos atuais editores dos periódicos são utilizados sem autorização.[3] Geralmente, as vítimas são selecionadas diretamente da homepage dos periódicos, que não são revisados aos pares e nem listados no Thomson & Reuters ou Scopus, porém os sequestradores evitam selecionar pesquisadores que publicam em periódicos de alto impacto e com processo de revisão aos pares, já que, obviamente, tais autores podem identificá-los com maior facilidade. Comumente, os pesquisadores são contatados por e-mail por esses falsos periódicos, com oferta de publicação rápida e fator de impacto considerável, em troca de taxas de publicação que ultrapassam os US$500.00.[3] Uma vez enviado o artigo, o pesquisador recebe os dados bancários por e-mail para depositar a taxa. Para iludir ainda mais o autor, uma lista de considerações superficiais sobre o artigo é enviada, sugerindo correções mínimas antes da publicação, que, por sua vez, não ocorrerá. Apesar disso, centenas de pesquisadores têm sido enganados em todo o mundo.[1] Trata-se uma prática alarmante: os pesquisadores podem ter seus trabalhos roubados, e os editores, o prestígio de seus periódicos manchado. É momento de refletir sobre como a pressão pela publicação científica tem facilitado os crimes cibernéticos de ocorrerem. Portanto, devemos alertar nossos pesquisadores de como identificar periódicos científicos sequestrados.
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1.  Predatory publishers are corrupting open access.

Authors:  Jeffrey Beall
Journal:  Nature       Date:  2012-09-13       Impact factor: 49.962

2.  Sham journals scam authors.

Authors:  Declan Butler
Journal:  Nature       Date:  2013-03-28       Impact factor: 49.962

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