Literature DB >> 25167338

Forestier's disease: a cause of dysphagia to recall.

Francisco Otavio Camargo Pereira1, Flavio Ramalho Romero1, Kleber Carlos Azevedo Junior1, Ismael Augusto Silva Lombardi1, Priscila Watson Ribeiro1, Roberto Colichio Gabarra1, Marco Antonio Zanini1.   

Abstract

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Year:  2014        PMID: 25167338      PMCID: PMC4872955          DOI: 10.1590/s1679-45082014ai2659

Source DB:  PubMed          Journal:  Einstein (Sao Paulo)        ISSN: 1679-4508


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A 68-year-old man diagnosed with Chagas disease, hypertension and type 2 diabetes mellitus was followed up at a quarterly hospital in the specialties of otolaryngology and gastroenterology because of a chronic clinical feature of dysphagia and odynophagia for solid foods, and a non-confirmed diagnosis hypothesis of chagasic megaesophagus. During complementary investigation he was submitted to lateral simple cervical radiograph that revealed an extrinsic compression of the laryngeal esophagus secondary to exuberant osteophyte in C3-C4 level. Radiography showed involvement of adjacent levels (C2-C3, C4-C5 and C5-C6), ossification of anterior longitudinal ligament and preservation of disc spaces height. Such findings, along with the absence of radiologic compromising of sacroiliac joints, correspond to Resnick criteria( found in the diffuse idiopathic skeletal hyperostosis (DISH) described by J. Forestier in 1950.( The Forestier’s disease is characterized by bone proliferation at sites of insertion of ligaments and tendons( (enthesopathy). Most of patients are asymptomatic and the disease is discovered incidentally or when other symptoms are investigated. In addition, the disease often affects men over 50 years old and presents a correlation with diabetes.( The patient in this report had a hard-to-control hyperglycemia despite optimal clinical treatment. Main differential diagnoses( are ankylosing spondylitis that affects younger individuals and is more symptomatic and spondyloarthritis that traction osteophytes occurs and no damage in anterior longitudinal ligament is seen. In general, DISH does not present a specific treatment because it evolves slowly and most of patients are asymptomatic.( Drug treatment, change in food habits, use of muscle relaxants associated with physiotherapy is a good option for cases of mild to moderate symptomatology. In our case, we had chosen surgical treatment because of the severe symptomatology and compromising of patient’s quality of life. An osteophytectomy via the anterolateral cervical access was performed without intercurrences, and the patient showed expressive improvement of previous symptomatology and was discharged 48 hours after the procedure. Paciente do gênero masculino, 68 anos, portador de doença de Chagas, hipertensão arterial e diabetes mellitus tipo 2. Acompanhado em hospital quaternário pelas especialidades Otorrinolaringologia e Gastroenterologia devido à quadro crônico de disfagia e odinofagia para alimentos sólidos, com a hipótese diagnóstica não confirmada de megaesôfago chagásico. Durante investigação complementar foi submetido à radiografia cervical simples em perfil, a qual evidenciou compressão extrínseca esôfago-laríngea secundária à osteófito exuberante, no nível C3-C4. Na radiografia, puderam ser observados ainda acometimento dos níveis adjacentes (C2-C3, C4-C5 e C5-C6), ossificação do ligamento longitudinal anterior e preservação da altura dos espaços discais. Tais achados, somados à ausência de comprometimento radiológico das articulações sacroilíacas, correspondem aos critérios de Resnick( encontrados na hiperostose esquelética idiopática difusa (DISH, sigla do inglês diffuse idiopathic skeletal hyperostosis), descrita primeiramente em 1950 por J. Forestier.( A doença de Forestier caracteriza-se por proliferação óssea em locais de inserção dos ligamentos e tendões( (entesopatia), sendo que a maior parte dos pacientes é assintomática e a doença é descoberta de forma incidental ou em investigação de outros sintomas. Acomete com maior frequência indivíduos do gênero masculino acima dos 50 anos, sendo observada uma correlação com o diabetes.( O paciente em questão apresentava hiperglicemia de difícil controle, a despeito de tratamento clínico otimizado. Os principais diagnósticos diferenciais( são a espondilite anquilosante, que acomete indivíduos mais jovens e é mais sintomática, e a espondilodiscartrose, na qual ocorrem osteófitos de tração e não há comprometimento do ligamento longitudinal anterior. De modo geral a DISH não apresenta tratamento específico, uma vez que a evolução é lenta, e os pacientes são em sua maioria assintomáticos.( O tratamento clínico medicamentoso, composto por mudança de hábitos alimentares e pelo uso de relaxantes musculares associado à fisioterapia, é uma boa opção para os casos de sintomatologia leve a moderada. Em nosso caso, optamos pelo tratamento cirúrgico devido à sintomatologia grave e ao comprometimento da qualidade de vida do paciente. A osteofitectomia cirúrgica por acesso cervical anterolateral foi realizada sem intercorrências, e o paciente apresentou melhora expressiva da sintomatologia prévia, recebendo alta hospitalar 48 horas após o procedimento.
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Review 1.  [Diffuse idiopathic skeletal hyperostosis: current aspects of diagnostics and therapy].

Authors:  J Artner; F Leucht; B Cakir; H Reichel; F Lattig
Journal:  Orthopade       Date:  2012-11       Impact factor: 1.087

2.  Senile ankylosing hyperostosis of the spine.

Authors:  J FORESTIER; J ROTES-QUEROL
Journal:  Ann Rheum Dis       Date:  1950-12       Impact factor: 19.103

3.  Radiographic and pathologic features of spinal involvement in diffuse idiopathic skeletal hyperostosis (DISH).

Authors:  D Resnick; G Niwayama
Journal:  Radiology       Date:  1976-06       Impact factor: 11.105

4.  The prevalence of diffuse idiopathic skeletal hyperostosis in patients with diabetes mellitus.

Authors:  D Sencan; H Elden; V Nacitarhan; M Sencan; E Kaptanoglu
Journal:  Rheumatol Int       Date:  2004-08-04       Impact factor: 2.631

5.  Spinal entheseal new bone formation: the early changes of spinal diffuse idiopathic skeletal hyperostosis.

Authors:  V L Fornasier; G Littlejohn; M B Urowitz; E C Keystone; H A Smythe
Journal:  J Rheumatol       Date:  1983-12       Impact factor: 4.666

6.  Dysphagia due to Diffuse Idiopathic Skeletal Hyperostosis.

Authors:  Masafumi Ohki
Journal:  Case Rep Otolaryngol       Date:  2012-04-12
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